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26 de set. de 2008
Mais um sucesso de Intercambio pela AIESEC em Itajubá
Vindo diretamente da Bulgária, mais um participante do intercâmbio pela AIESEC em Itajubá retornou ao Brasil. Rafael Cortes, Engenheiro da Computação formado pela UNIFEI, trabalhou por 8 mese
Por Conexão Itajubá
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Vindo diretamente da Bulgária, mais um participante do intercâmbio pela AIESEC em Itajubá retornou ao Brasil. Rafael Cortes, Engenheiro da Computação formado pela UNIFEI, trabalhou por 8 meses na PricewaterhouseCoopers (PwC), uma das maiores prestadores de serviços profissionais do mundo.
Sua chegada à Bulgária foi ótima. Como em qualquer intercâmbio realizado pela AIESEC, um de seus membros recepcionou Rafael no aeroporto e lhe levou ao lugar onde ele moraria. Além disso, teve uma recepção de boas vindas, outro evento padrão desenvolvido pela AIESEC, para que ele ficasse mais tranqüilo e socializasse.
Rafael morou em Studenski Grad, uma espécie de bairro dos estudantes, com 60 blocos, e tem um total de 30.000 estudantes. Lá, há praticamente apenas jovens, e por isso a maioria das lojas e restaurantes é voltada para os mesmos: desde Lanchonetes até Call-Shops( aonde se podem fazer ligações internacionais por preços relativamente baratos). Ademais, devido às necessidades dos estudantes, grande parte das lojas fica aberta à noite.
Na PwC, seu cargo era de assistente de TI. Mesmo trabalhando com o suporte, ele pôde desenvolver projetos de consultoria e auditoria com o time da Price, recebendo todo treinamento necessário e atuando no projeto do maior cliente na Bulgária (BTC Telecom) da empresa. Além de, claramente, ter se desenvolvido profissionalmente em sua área de interesse, Rafael aproveitou bastante toda a diversidade cultural da região. Conheceu todos os países vizinhos à Bulgária: Grécia, Turquia, Romênia e Sérvia e afirmou que viu coisas que talvez jamais vá ver novamente, sentindo como é a vida nos países que eram comunistas até fim dos anos 90 e passam por profundas mudanças e conflitos desde sua criação. Na maioria dessas viagens, ele viajava com pessoas da AIESEC: alguns do país, e outros em situações similares à dele. Assim, pôde interagir com cada vez mais pessoas diferentes e não se limitar a aprender sobre uma cultura, mas sim muitas. E também pode dissipar parte da cultura brasileira.
Por tudo isto e muitas outras coisas, Rafael disse "tive uma experiência maravilhosa tanto do ponto de vista cultural quanto profissionalmente. Portanto, participar de um intercâmbio como esse quando se têm a oportunidade só trará melhorias para uma pessoa, além de lhe deixar mais consciente em relação ao resto do mundo. "
Fonte: AIESEC
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