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21 de set. de 2008
Incontinência urinária aumenta risco de queda entre os idosos
No dia 27 de setembro é comemorado o dia do idoso no Brasil. O País possui, hoje, cerca de 18 milhões de pessoas com mais de 60 anos e, de acordo com dados da Associação Médica Brasileira (Pr
Por Conexão Itajubá
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No dia 27 de setembro é comemorado o dia do idoso no Brasil. O País possui, hoje, cerca de 18 milhões de pessoas com mais de 60 anos e, de acordo com dados da Associação Médica Brasileira (Projeto Diretrizes), 30% deles caem ao menos uma vez ao ano. Estas quedas são a principal causa de traumas e fraturas entre os idosos.
A Incontinência Urinária, caracterizada pela perda involuntária de urina, afeta cerca de um terço dos idosos e, além de reduzir a qualidade de vida, também acarreta o surgimento de problemas adicionais de saúde, como quedas e fraturas - principalmente quando relacionada à Bexiga Hiperativa (necessidade excessiva de ir ao banheiro).
Um estudo realizado pelo Centro de Continência Feminina da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA), com cerca de 6 mil mulheres, indicou que as pacientes com urge incontinência semanal têm 26% mais risco de cair e 34% mais risco de fratura. Quando o problema é diário, os índices aumentam para 35% e 45% respectivamente.
"A urgência para urinar faz com que estas pessoas corram ao banheiro para evitar um episódio de incontinência e aí ocorrem as quedas", explica o dr. José Carlos Truzzi, urologista membro da Sociedade Brasileira de Urologia.
Apesar da alta freqüência da Bexiga Hiperativa e da Incontinência Urinária, a maioria de pessoas não procura orientação médica, por achar que estes problemas são conseqüências normais do envelhecimento. Porém, os tratamentos atuais permitem que em média de 70% a 80% dos portadores da disfunção obtenham melhora dos sintomas, o que, além de devolver qualidade de vida aos pacientes, reduz também a incidência das quedas.
O tratamento médico, feito por um urologista, inclui exercícios de reabilitação do assoalho pélvico, por meio de fisioterapia, e medicamentos anticolinérgicos que inibem a contração muscular. Nos casos de Bexiga Hiperativa em que não há melhora com estes procedimentos, pode ser utilizada a aplicação de BOTOX® (toxina botulínica tipo A). A substância relaxa temporariamente os músculos da bexiga, impedindo-os de contrair-se involuntariamente.
Fonte: Maxpress
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